sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Em janeiro, eu vivo com uma intensidade de doer

Não sei quanto ao resto da humanidade, mas sabe o que eu faço entre fevereiro e dezembro? Penso em janeiro.

Após bater os meus próprios recordes no quesito malas abarrotadas de coisas que não serão utilizadas efetivamente, a não ser para enfeitar armários de albergues, venho por meio deste dizer que vou ali e ali, de modo que meu sumiço estará diretamente ligado à nova tentativa de bater outro recorde, o de aventuras repletas de glamour, bebida, frio, neve e capuccino.

Não sei quanto ao resto da humanidade, mas sabe o que eu faço em janeiro? Gasto muito mais do que deveria, como além do que é permitido pelos santos mandamentos das boas curvas, fotografo doces que é uma beleza, imito sotaques alheios, estrago meu cabelo, abuso de tudo, crio marcas, deixo marcas e vivo, colega.